MEI

Os limites e riscos que tiram o MEI do sério

11 de agosto de 20261 min de leituraEquipe Conterj
Os limites e riscos que tiram o MEI do sério

O MEI é uma porta de entrada... e toda porta tem batente. Conhecer os limites evita a dor de cabeça de ser desenquadrado sem querer.

O teto de faturamento

São R$ 81 mil por ano. Passou até 20% (até R$ 97,2 mil)? Você paga uma diferença e migra para ME no ano seguinte. Passou muito? A migração é retroativa e o custo é bem maior. Por isso acompanhamos seu acumulado de perto.

Compras incompatíveis com as vendas

A Receita cruza dados. Se você compra R$ 200 mil em mercadoria e declara R$ 40 mil de venda, o sinal amarelo acende. Declarar certo é o que te protege.

Atividade não permitida

Nem toda profissão pode ser MEI. Se a sua saiu da lista (acontece de tempos em tempos), é preciso agir antes de virar irregularidade. Na dúvida, pergunte ao seu contador.

Contratar empregado

O MEI pode ter um funcionário, ganhando salário mínimo ou o piso da categoria. Isso gera obrigações novas (FGTS, INSS, folha). Dá para fazer, só não pode ser no improviso.

Desenquadramento e exclusão

Desenquadrar é mudar de categoria (normal, quando você cresce). Excluir é perder o Simei por irregularidade, DAS atrasado demais, declaração não entregue, atividade proibida. O primeiro é evolução; o segundo é o que a gente trabalha para evitar.

A régua existe para o seu negócio caber com folga. Ficar de olho nela é o que mantém o MEI leve.

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